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O Cálice Dourado

Tendo como premissa a frase de Jesus – “Pai, afasta de mim este cálice” – e entendendo o cálice como um simbolismo da transgressão humana, a peça retrata, em uma época incerta, a criação e a ruptura da transcendência humana - e a procura cada vez maior da imanência, demonstrando a humanidade “bebendo cada vez mais do cálice” - e a solução proporcionada através do sacrifício expiatório do Filho do Homem. Baseado livremente em um texto de Max Lucado, do Livro “Seis Horas de uma Sexta-Feira”.

 

 ChuvaSerodia

Chuva Serôdia

Tendo como base um texto do profeta Ezequiel, que usa diversas metáforas sobre seca e chuva para falar da instabilidade do povo Hebreu. Transpondo o contexto e a ação para o Nordeste brasileiro, a peça fala da necessidade da "chuva espiritual", da urgência de se enxergar a espiritualidade como algo relacional e não racional - passando pela reconciliação e esperança em meio a situações adversas, fazendo um paralelo com Morte e Vida Severina de João Cabral de Mello Neto.

 

AsTresEstacoes 

 

As Três Estações

Ambientada na Idade Média, a peça é uma mistura da Parábola do Filho Pródigo, Rei Lear de Shakespeare, Fausto de Goethe e com pitadas das idéias do filósofo Jean Baudrilard a respeito de escolhas e “simulacros”. A peça acompanha a saga do filho pródigo, desde o momento em que deixa o reino até sua escalada de declínio de valores, chegando à sua derrocada moral, física e espiritual. As três estações do título são analogias que pontuam o passar dos acontecimentos, indo da alegria (verão) até o "fundo do poço" emocional (inverno).  

 

 

 

As Cores do Fim

Drama que fala a respeito do vício – desde os “mortais” até os mais “inofensivos” – estabelecendo outros valores a qualquer tipo de dependência – seja ela emocional, física ou espiritual. Contada de uma forma não linear, a peça apresenta vários personagens que tem suas histórias entrelaçadas e as suas percepções sobre o tema- passando da histeria ao desespero. Basicamente com figurinos e cenários em três cores, fazendo uso da simbologia que carrega o nome da peça: branco (cocaína), vermelho (sangue) e preto (morte).

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